Refúgio Matinal - Domingo às 08h30

Escola Dominical - Domingo às 9h

Culto da Noite - Domingo às 18h

Grupo Familiar - Terça às 20h

Quintas-feiras: Discipulado (20h). Esse programa visa o estudo das doutrinas bíblicas.

Boletim

Edição BP 863 - OUTUBRO 2026

Vídeos

Culto da Noite - 25/10/2026

Culto da Noite - 18/10/2026

Culto da Noite - 11/10/2026

CONHEÇA A NOSSA

IGREJA PRESBITERIANA BETEL

1958 – Nos meses finais de 1974, um grupo de cristãos, do bairro de Casa Verde, obedecendo à ordem de Cristo, anunciou Seu evangelho no bairro de Vila Dionísia. Os primeiros encontros foram feitos nas casas de pessoas simples, como Helena Mendes Areias, Artur Ferreira e Leonor Evangelista de Souza. Logo esses encontros receberam apoio de uma Igreja organizada, do bairro de Vila Carolina, que assumiu a responsabilidade pela manutenção dos encontros. Com o tempo, o grupo foi adotado por outra igreja presbiteriana, a Jardim das Oliveiras, que procurava um local para começar um ajuntamento cristão. A igreja encontrou o grupo e passou a assisti-lo. Um missionário norte-americano, Richard Smith, e sua esposa, Beatriz, foram enviados a ajudar. A igreja Jardim das Oliveiras adquiriu um terreno e construiu um local de reunião.

PASTORAL

A PALAVRA DO NOSSO DEUS, A MESA DO NOSSO BANQUETE

“Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração.” (Jeremias 15.16)

A fome é uma das experiências mais elementares da existência humana. Ela nos lembra que a vida precisa ser sustentada por algo que recebemos de fora de nós mesmos. Nosso organismo não é autossuficiente. Ele necessita de alimento, e a fome é o sinal que nos desperta para essa necessidade. Essa relação entre a fome e o alimento é deveras interessante. A fome nos leva a procurar aquilo de que precisamos, enquanto o alimento nos fortalece, sustenta e proporciona satisfação. Quando permanecemos privados dele, nossas forças diminuem e, em situações prolongadas de desnutrição, até a percepção da fome pode sofrer alterações.

Pois bem, esse é uma boa analogia para pensarmos sobre nossa alma e a Palavra de Deus.

A Palavra de Deus é o alimento de que nossa alma carece. Quando Deus conduziu Israel pelo deserto, permitiu que seu povo experimentasse a fome e depois o sustentou com o maná. A explicação de Moisés da experiência foi que Deus queria ensinar que o ser humano não vive somente de pão, mas de tudo o que procede da boca do Senhor (Deuteronômio 8.3). O pão era necessário, mas a sobrevivência de Israel dependia, em última instância, do Deus que o alimentava e conduzia. Séculos depois, Jesus retomou essas palavras quando foi tentado no deserto. Faminto, após quarenta dias de jejum, recusou satisfazer sua necessidade legítima por um caminho contrário à vontade do Pai (Mateus 4.4). Perceba que onde Israel tantas vezes falhou, Cristo permaneceu obediente. Sua resposta nos ensina que a verdadeira vida depende de nossa relação com Deus e de nossa submissão à Sua Palavra. Não confundamos, porém, essa comunhão com o simples envolvimento em atividades religiosas. Podemos estar ocupados com inúmeras responsabilidades, cercados de informações e envolvidos intensamente na vida da igreja, enquanto nossa alma permanece enfraquecida pela falta de alimento espiritual. Precisamos, portanto, cuidar para que as muitas ocupações da vida não substituam o lugar da nossa comunhão com Deus. Afinal, podemos dedicar muito tempo às coisas do Senhor e, ainda assim, negligenciar o tempo necessário para ouvir sua voz nas Escrituras. É por meio de sua Palavra que Ele alimenta nossa fé. …

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