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Edição BP 856 - MARÇO 2026

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Culto da Noite - 22/03/2026

Culto da Noite - 15/03/2026

Culto da Noite - 08/03/2026

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IGREJA PRESBITERIANA BETEL

1958 – Nos meses finais de 1974, um grupo de cristãos, do bairro de Casa Verde, obedecendo à ordem de Cristo, anunciou Seu evangelho no bairro de Vila Dionísia. Os primeiros encontros foram feitos nas casas de pessoas simples, como Helena Mendes Areias, Artur Ferreira e Leonor Evangelista de Souza. Logo esses encontros receberam apoio de uma Igreja organizada, do bairro de Vila Carolina, que assumiu a responsabilidade pela manutenção dos encontros. Com o tempo, o grupo foi adotado por outra igreja presbiteriana, a Jardim das Oliveiras, que procurava um local para começar um ajuntamento cristão. A igreja encontrou o grupo e passou a assisti-lo. Um missionário norte-americano, Richard Smith, e sua esposa, Beatriz, foram enviados a ajudar. A igreja Jardim das Oliveiras adquiriu um terreno e construiu um local de reunião.

PASTORAL

SÉRIE PASCAL - DO ÉDEN AO TÚMULO VAZIO:
O ARCO REDENTIVO DA GRAÇA 2
A NECESSIDADE DO SACRIFÍCIO

“A graça e a verdade se encontraram, a justiça e a paz se beijaram.” Salmo 85.10
“Não é verdade que o Cristo tinha de sofrer e entrar na sua glória?” Lucas 24.26

Santos redimidos, ao chegarmos no domingo que alude a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, somos conduzidos a uma cena carregada de expectativa: Jesus entra em Jerusalém sob aclamações messiânicas, mas com um propósito que poucos compreendiam. Enquanto a multidão esperava um rei político, Cristo caminhava resolutamente em direção ao altar do sacrifício. A cruz não foi um acidente na história, mas o centro do plano redentivo.

Após a ressurreição, no caminho de Emaús, Jesus confronta a perplexidade dos discípulos com uma pergunta penetrante: “Não é verdade que o Cristo tinha de sofrer e entrar na sua glória?” Aqui está uma das chaves hermenêuticas mais importantes das Escrituras: o sofrimento de Cristo não apenas era previsto, mas absolutamente necessário.

Mas por que era necessário? O Salmo 85.10 nos oferece uma resposta poética e profundamente teológica: “A graça e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram.” Na cruz, os atributos de Deus não entram em conflito, eles se harmonizam de maneira perfeita. A justiça de Deus exige punição para o pecado; a graça de Deus deseja salvar o pecador. Na cruz, essas duas realidades não são negociadas, mas plenamente satisfeitas. …

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